Douro 41 – Turismo de excelência em região classificada
Localizado na região do Douro, classificada como património mundial da humanidade, o projecto Douro41 é o mais recente investimento turístico da região, envolvendo a construção de um hotel-design e um conjunto de moradias turísticas que podem ser alocadas à exploração hoteleira.
O mercado imobiliário procura, cada vez mais, locais paradisíacos para realizar projectos de vocação turística. É o caso do empreendimento Douro41, o mais recente investimento na região do Douro, localizado no concelho de Castelo de Paiva, entre as barragens de Crestuma-Lever e Carrapatelo, ao quilómetro 41, característica que lhe vale o nome. Fruto da parceria entre a Bascol e o Grupo Lágrimas, o Douro41 representa um investimento total de 20 milhões de euros.
Implantado na margem esquerda do rio Douro, numa propriedade de 10,6 hectares em declive para o espelho de água, o Douro41 goza de uma localização única, quer em termos situação quer de exposição solar. É formado por um hotel-design e um conjunto de villas, isto é, moradias turísticas vocacionadas para a segunda habitação e que poderão ser alocadas à exploração hoteleira.
No que respeita ao projecto de arquitectura, é da responsabilidade de João Pedro Serôdio, sendo, na sua maioria, os edifícios que o compõem de construção de piso único ajustados às curvas de nível da topografia, formando patamares murados (socalcos), incluindo as bandas de habitação do tipo unifamiliares geminadas.
No que concerne às chamadas villas, estas são compostas por 25 habitações unifamiliares, sendo que cinco delas possuem uma tipologia T1, onze T2, enqunato que as restantes nove moradias são T3. Ainda incluído na zona das moradias, podemos encontrar uma piscina de adultos e uma outra destinada às crianças, existindo, igualmente, 19 boxes para estacionamento de automóveis e embarcações de pequeno porte.
As habitações variam entre os 114,7 m2 de área bruta privativa para um T1 e os 451,3 m2 para um T3, oscilando os preços em função das áreas das villas e da sua situação e exposição de vistas. A habitação mais barata, de tipologia T1, ronda os 273 mil euros e a de valor mais elevado — um T3 com vista total de rio — ascende a um milhão e 35 mil euros.
Para quem preferir desfrutar dos serviços de um hotel, refira-se que este deverá abrir ao público durante os primeiros meses de 2009, com uma área útil de 6500 m2. Esta unidade hoteleira contará com 42 quartos, um SPA, quatro salas de estar, três bares (um de apoio à marina, um junto à recepção e outro junto ao SPA) e um restaurante panorâmico com esplanada, sem esquecer uma piscina ao ar livre junto à esplanada do restaurante e uma outra coberta e aquecida no interior do SPA. Quanto à marina, irá dispôr de 19 posto de amarração.
O projecto previu, igualmente, a recuperação e execução de todo o arranjo urbanístico do espaço envolvente, como sejam os acessos automóveis, caminhos pedonais e zonas de lazer.
Construído pela Bascol-Construções, o empreendimento Douro41 ostenta fachadas compostas por vãos envidraçados em alumínio e aço corten e as paredes opacas revestidas a xisto. A cobertura do edifício principal foi revestida a lousa pelo exterior enquanto nas restantes foi utilizado um sistema de impermeabilização com telas betuminosas cobertas por ajardinamento.
O hotel dispõe de um grupo de refrigeração com aproveitamento geotérmico e os apartamentos têm painéis solares para aquecimento das águas quentes sanitárias.
Na opinião de João Nuno Magalhães, responsável pela CB Richard Ellis|Predibisa, no Porto, consultora imobiliária a quem foi atribuída a responsabilidade da comercialização deste empreendimento, “poder chegar a casa de barco, poder ter um serviço de apoio total do Grupo Lágrimas e ter uma envolvente única e exclusiva é seguramente um bom investimento com retorno assegurado”.
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